O preço médio da luz para os clientes da tarifa regulada vinculados ao mercado mayorista baixará de forma mal perceptível (um 0,6%) amanhã quinta-feira, 4 de junho. Deste modo, situar-se-á em 55,62 euros o megavatio hora (MWh).
Com isso, se mantém por embaixo dos 100 euros por MWh desde faz quase três meses, mais especificamente desde o passado 11 de março.
Quando será mais cara e mais barata a luz
Por horas, a luz será mais cara ao começo e ao final do dia. Mais especificamente, desde as 00:00 e até as 08:00 horas, a electricidade manter-se-á acima dos 100 euros/MWh. O bico máximo atingir-se-á justamente ao arranque do dia, quando a electricidade rozará os 130 euros/MWh.
Pelo contrário, entre as 10:00 e as 19:00 horas, a luz estará por embaixo de 1 euro/MWh, chegando a cair até valores negativos entre as 13:00 e as 18:00 horas. Todo este trecho será, por tanto, o ideal para pôr os electrodomésticos que mais energia consomem.
Subida de preço
Por outra parte, a subida mensal unida ao fim da rebaja do IVA e do Imposto Especial à Electricidade provocará que o utente médio com a tarifa semirregulada (PVPC) pague quase 15 euros mais pela factura da luz de maio. Assim o reflete uma análise realizada por Facua-Consumidores em Acção, que assinala que o recebo do último mês atinge os 75,63 euros, o que supõe uma subida de 24% com respeito aos 60,99 euros de abril.
À subida de 4,30 euros dantes de impostos pelo encarecimiento do preço da energia acrescentar-se-lhe-á o incremento do IVA, que volta ao 21% desde o 10%, e o Imposto Especial da Electricidade, que se situa no 5,11% desde o 0,5% que esteve vigente desde o passado 21 de março, quando entrou em vigor o Plano Integral de Resposta à Crise em Oriente Médio.