Mais de um milhão de pessoas vivem em Espanha numa habitação ou de aluguer temporário. Assim o assinalou o ministro de Direitos Sociais, Consumo e Agenda 2030, Pablo Bustinduy.
Ao todo, 1,15 milhões de pessoas vivem em Espanha em aluguer de temporada ou numa habitação e mais de um terço --umas 422.000-- teria preferido um aluguer de moradia habitual de ter tido opção.
Consumo apela à lei de moradia
Em declarações aos meios de comunicação, Bustinduy tem enfatizado a necessidade de retomar o real decreto lei de moradia, com medidas como a prorrogação dos alugueres, para pôr travão à especulação e aos andares turísticos e regular o aluguer de temporada e habitações.
Para o ministro, não cabem "mais dilaciones" na aprovação deste real decreto lei por parte do Conselho de Ministros e tem fazer# questão de que deve sair adiante "no mês de setembro e o quanto antes". "É uma obviedad que o preço da moradia neste país se converteu na principal fonte de desigualdade que há. É o principal lastre", tem assinalado.
Doze anos de subidas
O preço da moradia livre subiu um 12,2% no segundo trimestre do ano em relação ao mesmo período de 2025, sua menor taxa desde o primeiro trimestre do ano passado, quando também aumentou um 12,2%, segundo o Índice de Preços de Moradia (IPV) do Instituto Nacional de Estatística (INE) publicado nesta segunda-feira, 7 de setembro.
Com a subida do segundo trimestre, o preço da moradia livre acumula 49 trimestres consecutivos de alças interanuais, isto é, que lcame subindo de maneira interrompida algo mais de 12 anos.
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