O presidente do Mercadona, Juan Roig, compareceu na ronda de imprensa anual para analisar o funcionamento da cadeia de supermercados valenciana durante o exercício 2025.
O empresário iniciou o seu discurso agradecendo aos clientes ('aos chefes') sa ua fidelidade. Acto seguido, Roig declarou que uma empresa "não é só ganhar dinheiro", mas que se compõe de cinco componentes: o chefe, o trabalhador, o fornecedor, a sociedade e o capital. "Todos são igualmente importantes".
Mercadona: análise do exercício 2025
Juan Roig começou a sua análise do exercício 2025 assegurando que no Mercadona "estamos muito contentes. Foi muito bem. 2025 foi um bom ano para os cinco componentes da empresa".
Em dados, "entram 115 clientes mais por loja por dia e ganhámos 0,6%, até 28,5%, em quota de mercado. Temos 1.672 lojas, abrimos 43, fechamos 45 e reformamos 14. Se são incómodas para o trabalhador ou não têm bom acesso para o carro, fechamos-as".
Vendas
As vendas deo Mercadona em 2026 ascenderam até os 41.900 milhões, "o que significa um aumento de 8% (face aos 38.800 de 2024) da cifra de vendas com a IVA incluído", destaca Roig.
Quanto às vendas online, o presidente da cadeia assegura que "nos vai muito bem e é rentável", mas representa 2,5% (1.061 milhões de euros) da facturação total do Mercadona.
As novas lojas do Mercadona
"Estamos a desenvolver um novo modelo de loja, passámos da loja 8 à loja 9. Porque os frescos cada vez vendem-se mais no Mercadona e damos-lhes mais espaço. O congelado junto".
"Agora temos uma, no final de ano teremos nove e esperamos que funcionem muito bem e conseguir a máxima satisfação do chefe", resumiu Roig.
Portugal
Em Portugal, "temos 69 lojas e neste ano abrimos nove. As vendas somam 2.092 milhões de euros com 26 milhões de benefício", declarou Roig.
O trabalhador
"Mantivemos o poder de compra e aumentámos os bónus para 780 milhões de euros. Melhorámos também o horário de trabalho com semana extra de férias. Entre as três, uma melhoria salarial de 1.000 milhões de euros para o trabalhador", expõe Roig.
"Um gestor de nível A, que representa 70% dos trabalhadores, ganha 2.200 euros líquidos por mês", destaca o presidente da cadeia de supermercados valenciana.