Loading...

Cai uma rede criminosa que fabricava e vendia medicamentos ilegais em Espanha: há 27 detentos

A Polícia Nacional desarticula uma organização com um laboratório clandestino e apreende-se de 200.000 dose de fármacos proibidos

Ana Carrasco González

Medicamentos incautados en una operación de la Policía Nacional en Sevilla POLICÍA NACIONAL

A Polícia Nacional tem desarticulado uma organização criminosa dedicada à fabricação e distribuição de medicamentos ilegais para a calvície, a disfunción eréctil e o aumento do rendimento físico.

A operação tem-se saldado com 27 pessoas detidas, o desmantelamiento de um laboratório clandestino e a incautación de 200.000 dose de fármacos distribuídos por diferentes pontos de Espanha.

Os produtos intervindos

A investigação tem permitido trazer à tona uma rede que operava em várias províncias espanholas e que comercializava medicamentos sem as devidas garantias sanitárias, pondo em risco a saúde dos consumidores.

Entre os produtos intervindos encontravam-se tratamentos para a queda do cabelo, anabolizantes, esteroides, hormonas do crescimento, medicamentos para a disfunción eréctil e fármacos quemagrasas, alguns deles em fase experimental e proibidos para o consumo humano.

Um laboratório clandestino para fabricar medicamentos ilegais

A operação policial culminou com o desmantelamiento de um laboratório clandestino equipado com material destinado à fabricação ilícita de medicamentos. Ao todo, os agentes realizaram 11 registros nas províncias de Málaga, Cádiz, Toledo, Barcelona e Bilbao, além de sete inspecções em estabelecimentos e trasteros localizados em Málaga, Castellón e Toledo.

Segundo tem informado a Polícia Nacional, a organização distribuía os produtos por diferentes pontos da geografia espanhola, aproveitando uma estrutura perfeitamente organizada para fabricar, alojar e comercializar os medicamentos de forma ilegal.

A investigação começou pela actuação de um médico

As pesquisas iniciaram-se após que os pesquisadores detectassem a má praxis de um médico em Málaga, que supostamente recetaba medicamentos a pessoas que não apresentavam nenhuma patologia que justificasse sua prescrição.

Os agentes descobriram então uma organização que utilizava a este facultativo como uma peça finque da malha. Graças a suas receitas, a rede facilitava o acesso a medicamentos sujeitos a prescrição médica para posteriormente distribuir entre seus clientes.

Até 27 detentos em nove províncias

A operação tem concluído com a detenção de 27 pessoas em Málaga, Cádiz, Sevilla, Castellón, Madri, Toledo, Barcelona, Bilbao e Zaragoza.

Aos presos atribuem-se-lhes supostos delitos de pertence a organização criminosa, tráfico ilegal de medicamentos contra a saúde pública, blanqueo de capitais e intrusismo profissional. A Polícia Nacional mantém aberta a investigação para determinar o alcance completo da distribuição destes medicamentos ilegais e o volume económico gerado pela organização.

Adicione Consumidor Global como fonte preferida do Google de forma gratuita

Mantenha-se informado com as últimas notícias da atualidade.

Ativar agora