Muito próximo da grande operação saída do verão -a DGT prevê mais de 100 milhões de deslocações entre o 31 de julho e o 31 de agosto-, o economista Gonzalo Bernardos analisa no videoblog de Consumidor Global os factores que podem fazer que paguemos mais (ou menos) pela gasolina.
"O que sabemos seguro é que as gasolineras e revendedoras de gasolina e gasóleo ganharão mais", aponta o experiente. Por que? "Porque, como a demanda é mais elevada, eles sobem os preços com respeito ao preço ao que compram seus produtos".
O preço da gasolina em verão
Não obstante, "não sabemos se a nós custar-nos-á mais ou menos. Depende do preço do barril do petróleo. Depende do tipo de mudança dólar/euro. Depende de se as refinarias têm muita demanda ou pouca. Quanta mais demanda têm, maior é o custo de refinar o cru", analisa Bernardos.
O factor Trump
Para fazer qualquer previsão, "temos um factor que afecta muito à economia mundial: o factor Trump", adverte o economista.
"Se Trump não a lía, isto é, se não volta a ter guerra em Oriente Médio, o preço do petróleo pode chegar a estar ao redor dos 70 dólares, e isto significa ter preços idênticos ao ano passado. Em mudança, se no estreito de Ormuz não podem transitar os barcos, nos vamos encontrar que pagaremos as férias mais caras. De Trump, em parte, depende o assunto", sentença Bernardos.
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