Stellantis retira um milhão de carros por risco de incêndio: estes são os modelos afectados
O fabricante constatou que os automóveis "podem apresentar um problema de ligação elétrica na cablagem da bomba da direção assistida eletro-hidráulica"
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O grupo Stellantis, um dos maiores gigantes automóveis do mundo, lançou uma operação de revisão de 1,3 milhões de veículos todo o terreno da sua marca Jeep vendidos nos últimos anos depois de detectar que nalguns casos há risco de incêndio por uma falha numa conexão elétrica.
Numa declaração transmitida nesta terça-feira, Stellantis explicou que pôr-se-á em contacto com os proprietários desses veículos, os modelos Jeep Wrangler e Jeep Gladiator fabricados entre 2021 e 2025. A ideia é que os afectados possam assim contactar com o seu concesionário e programar uma data para a revisão.
Stellantis detecta o erro
Tudo deriva de uma investigação interna do fabricante que determinou que alguns modelos "poderiam apresentar um problema de conexão elétrica na cablagem da bomba de direcção assistida electroidráulica".

A consequência é que "às vezes isto poderia provocar o sobreaquecimento de materiais combustíveis, com o consiguente risco de incêndio do veículo". À espera de que os mecânicos examinem o estado dos carros, Stellantis aconselha os proprietários que estacionem longe de edifícios e de outros veículos.
Dados da companhia
Esta notícia chega num contexto positivo para a companhia: o grupo Stellantis prevê chegar a um volume de negócio de 190.000 milhões de euros para o ano 2030 se se cumprem os objectivos marcados na sua nova folha de rota internacional apresentada no seu 'Investor Day'.
A entidade reportou recentemente que espera conseguir um fluxo de caixa positivo a nível industrial face a 2030, incrementando o seu valor até os 6.000 milhões dentro de cinco anos. Ao mesmo tempo, as estimativas apresentadas no 'Investor Day' do conglomerado anitcipam 7% na margem operacional da companhia, O dono de marcas europeias como Peugeot, Citroën ou Fiat anunciou que espera reduzir os seus custos em 6.000 milhões de euros para 2028 (3.000 milhões somente nos Estados Unidos) mediante o programa 'Avalie Creation' de optimização de custos, com o que pretende ganhar competitividade nas suas fábricas.
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