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Assim é A Faraona 2024, o vinho do Bierzo que tem atingido os 100 pontos Parker

A colheita 2024 esteve marcada pelas chuvas prévias à vendimia, o que exigiu uma delicada maceración curta de 26 dias dantes de seu fermentación maloláctica em barricas de roble francês

Juan Manuel Del Olmo

Varias personas con vino

O vinho A Faraona 2024, elaborado pela adega Descendentes de J. Palácios na DO Bierzo, tem atingido uma meta histórica ao obter os 100 pontos na prestigiosa publicação The Wine Advocate (Robert Parker). Esta máxima qualificação soma-se aos 100 pontos outorgados recentemente pelo crítico britânico Tim Atkin, assinando uma dupla coroa que situa a esta acrescente na cume da viticultura internacional.

Procedente do exclusivo lugar de Corullón (León), A Faraona elabora-se com mencía e encarna uma filosofia de elaboração centrada na precisão, o respeito ao terruño e a elegancia. Desta acrescente 2024 mal se produziram 1.273 garrafas, 40 mágnums, sete dobros mágnums e cinco jeroboams, embotelladas em março de 2026. O preço da garrafa supera, em alguns portais, os 1.000 euros.

"A quintaesencia da elegancia"

Em seu prova pára The Wine Advocate, o crítico Luis Gutiérrez destacou a "extraordinária expressão" do vinho, realçando seu equilíbrio entre potência, concentração e uma textura sumamente refinada. Por sua vez, Ricardo 'Titín' Palácios, cofundador da adega, tem definido esta acrescente como "a quintaesencia da elegancia".

A Faraona / FOTOMONTAJE

A colheita 2024 esteve marcada pelas chuvas prévias à vendimia, o que exigiu uma delicada maceración curta de 26 dias dantes de seu fermentación maloláctica em barricas de roble francês. O resultado é um vinho expressivo desde sua juventude, mas com um potencial de guarda e uma profundidade sobresalientes. Com este duplo reconhecimento impecable, A Faraona 2024 consolida o prestígio internacional do Bierzo e ratifica o valor dos viñedos históricos em ladera de Corullón.

Métodos biodinámicos

Quanto à adega, Vinissiumus define-a como uma mais de "a dinastía Palácios (Palácios Remondo, na Rioja) com um total de 27 tem. de viñedo repartidas em quase 200 parcelas, plantadas de cepas velhas de grande qualidade e em solos muito empinados, que Ricardo e Álvaro cultivam por métodos biodinámicos".

Esta disciplina "aúna o orgânico e o inmaterial numa busca permanente da definição e a pureza. É um processo no que se conjugan o solo e a planta, o trabalho dos homens e o esforço dos animais".

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