As férias de Semana Santa acercam-se: isto é o que gastarão em media os espanhóis
O 70% dos espanhóis viajarão nestas datas e prevêem uma despesa média próximo aos 600 euros, com as poupanças como principal via para costear as escapadas
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As férias de Semana Santa consolidam-se como um dos períodos finque para o turismo nacional. A cada ano, milhares de espanhóis aproveitam nestes dias para fazer uma pausa dantes do verão, já seja com escapadas curtas ou viagens mais planificadas.
Nesta ocasião, o 70,1% tem previsto deslocar-se, em frente a um reduzido 3,9% que não poderá o fazer por falta de dias livres. Assim o reflete o II Estudo Hábitos de consumo dos espanhóis: férias de Semana Santa, elaborado por Oney, que desenha um palco no que a despesa e o planejamento financeiro jogam um papel finque na tomada de decisões.
Uma despesa média que roza os 600 euros
O desembolso previsto pelos espanhóis durante esta Semana Santa situa-se, em media, em 598 euros por pessoa. No entanto, a despesa apresenta importantes diferenças segundo o perfil do viajante. A maior parte concentra-se em trechos moderados: um 32,5 % planea gastar entre 200 e 399 euros, enquanto um 23,3% estima um orçamento dentre 400 e 599 euros.

No extremo superior, os lares com rendimentos mensais superiores aos 4.000 euros lideram a despesa, com uma média que supera os 786 euros. Em contraste, os jovens registam o desembolso mais baixo, com 427,90 euros, seguidos das pessoas com menores rendimentos, que prevêem gastar ao redor de 477,40 euros.
Poupanças e financiamento: assim pagam os espanhóis suas férias
À hora de enfrentar estas despesas, as poupanças mantêm-se como a principal fonte de financiamento. Quase a metade dos viajantes (48,8%) recorrerá a dinheiro previamente reservado, enquanto um 24,4% optará por utilizar seus rendimentos habituais para cobrir os custos da viagem.
Por sua vez, o financiamento segue tendo um peso relevante, já que um 19,7% dos espanhóis planea recorrer a algum tipo de crédito ou pagamento adiado, ainda que esta cifra desce ligeiramente com respeito ao ano anterior. Esta opção é especialmente comum entre os jovens dentre 25 e 34 anos, onde atinge o 29,8%, em frente aos perfis de maior idade ou com rendimentos mais altos, que preferem a evitar e utilizam recursos próprios no 83,1% dos casos. Ademais, um 16,7% combinará poupanças e financiamento, enquanto um 3% dependerá exclusivamente desta última fórmula.

