A FIFA põe à venda trozos da grama da final do Mundial 2026 por quase 400 euros
A organização comercializa fragmentos do terreno de jogo da final de Nova Camisola como artigos de colecção, enquanto continua a polémica pelo elevado preço das entradas
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A FIFA tem convertido a grama da final do Mundial 2026 num novo produto de coleccionista. A organização tem começado a vender pequenas porções do terreno de jogo que utilizar-se-á no partido decisivo do campeonato, previsto para o próximo 19 de julho no estádio MetLife de Nova Camisola (Estados Unidos), por 450 dólares, uns 394,45 euros à mudança.
A iniciativa soma-se à crescente oferta de artigos conmemorativos vinculados ao torneio e chega num contexto de críticas pelo elevado custo que deverão assumir os aficionados para assistir ao Mundial, considerado já o mais caro da história.
Uma lembrança exclusiva da final
Através de sua loja on-line, a FIFA promove estas peças de grama como um objeto exclusivo destinado a coleccionistas e seguidores do futebol. Segundo explica a organização, cada unidade contém um fragmento original da superfície de jogo da final, apresentado como "uma peça autêntica" de um dos acontecimentos desportivos mais importantes do mundo.
Os fragmentos estarão encapsulados de forma permanente numa peça de acrílico de alta qualidade e integradada num dispositivo USB conmemorativo e entregar-se-ão numa caixa de apresentação.
Mais produtos à venda
Esta nova lembrança incorpora-se a outros produtos oficiais lançados com motivo do Mundial 2026. Entre eles figura o álbum oficial do torneio, que inclui canções de artistas de diferentes continentes e géneros musicais e tem um preço de 48 dólares (42,07 euros).

Assim mesmo, a FIFA oferece uma réplica personalizada da entrada oficial para quem não consigam assistir aos partidos. Esta lembrança, que incorpora o nome do comprador e os dados de um assento fictício, custa 19 dólares (16,65 euros).
Críticas à FIFA
A comercialização destes artigos coincide com o crescente mal-estar de numerosos aficionados pelo custo do Mundial.
A FIFA tem recebido críticas pelos elevados preços das entradas, que convertem esta edição na mais cara até a data, bem como pelas restrições que impedirão aos espectadores aceder aos estádios com comida ou água do exterior.

