Quais são as oficinas oficiais mais caros e mais baratos para passar a revisão do carro

Segundo uma encuesta da OCU, os de Audi e Lexus figuram entre os mais caros, enquanto os de Renault e Volkswagen aparecem entre os mais asequibles

Una persona en un taller con un coche
Una persona en un taller con un coche

Ouve o artigo agora…

0:00
0:00

Eleger bem a oficina para a posta a ponto do carro pode permitir poupar centos de euros. Assim o reflete uma encuesta de confiabilidade e satisfação realizada por OCU a mais de 85.500 condutores de dez países europeus —Bélgica, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Finlândia, França, Itália, Países Baixos, Portugal e República Checa.

A entidade calcula que o custo médio de uma revisão anual rotineira numa oficina oficial, o habitual para um 71% dos condutores espanhóis, se situa em 249 euros, ainda que esta cifra esconde divergências muito relevantes. Assim, enquanto as oficinas oficiais de Mercedes Benz facturar 490 euros em media pela revisão, numa oficina Hyundai mal cobram 160 euros por este serviço, o que significa 330 euros menos.

Renault e Volkswagen, entre as marcas com tarifas mais baixas

Outras oficinas oficiais caros, segundo os interrogados, são Audi (377 euros) e Lexus (338 euros), enquanto Renault e Volkswagen são marcas que mantêm tarifas próximas à da marca coreana: ao redor de 180 euros.

Dos personas junto a un coche / FREEPIK
Duas pessoas junto a um carro / FREEPIK

Por outra parte, nas oficinas multimarca, a factura costuma ser inferior: ronda os 200 euros. Quanto à satisfação dos utentes, costuma ser maior nas oficinas de bairro: atinge os 77 pontos sobre um máximo de 100. Só superam esta pontuação quatro oficinas oficiais de marca, como são Lexus (88 pontos), Toyota (81 pontos), Volvo (78 pontos) e Honda (78 pontos). Pelo contrário, entre as oficinas com uma valoração mais figuram Norauto (64 pontos), os oficiais de Peugeot (67 pontos) e os de Opel (68 pontos).

Avarias mais frequentes

Assim mesmo, a encuesta de OCU reflete que as avarias mais frequentes são as elétricas, seguidas das do motor de combustão e as dos travões.

Quando se produzem, até um 15% não se consertam satisfatoriamente, isto é, não se respeitam as condições da garantia.