Golpe às falsificações: apreendidos mais de 400 artigos ilegais valorizados em 80.000 euros

A Policia civil pesquisa a uma mulher espanhola de 47 anos por vender em seu estabelecimento 419 artigos falsificados, entre os que se incluem bolsas, roupa ou calçado

Incautan más de 400 productos falsificados en Xirivella (Valencia) valorados en 80.000 euros   GUARD
Incautan más de 400 productos falsificados en Xirivella (Valencia) valorados en 80.000 euros GUARD

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Novo golpe contra a venda de produtos falsificados. A Policia civil pesquisa a uma mulher de 47 anos como suposta autora de um delito contra a propriedade industrial depois de detectar que comercializava artigos falsos em seu estabelecimento.

Na operação intervieram-se mais de 400 produtos, com um valor que supera os 80.000 euros.

Apreendidos numa localidade valenciana

Os factos produziram-se na localidade valenciana de Xirivella, no marco das actuações que a Patrulha Fiscal e de Fronteiras leva a cabo contra as falsificações. Durante várias inspecções em comércios da zona, os agentes detectaram num deles uma grande quantidade de artigos expostos no escaparate cuja aparência resultava suspeita.

A simples vista, os produtos tinham uma "aparência e signos distintivos" idênticos ou confundibles com os de outras marcas conhecidas, segundo tem informado o instituto armado.

Venda de bolsas, roupa e sapatos falsos

Ainda que não têm trascendido as assinaturas afectadas, os artigos -entre os que tinha bolsas, roupa e calçado- incorporavam logotipos e emblemas praticamente calcados aos originais. Ademais, seu preço de venda era significativamente inferior ao do mercado, um indício habitual neste tipo de fraude.

Ao todo, intervieram-se 419 unidades, cuja valoração aproximada ascende a 84.040 euros, a falta da tasación definitiva por parte das marcas prejudicadas.

Sem controles de qualidade nem de segurança

Desde a Policia civil recordam que estas actuações não só protegem os direitos de propriedade industrial, sina também aos consumidores. Os produtos falsificados, advertem, costuman eludir os controles de qualidade e segurança, o que pode implicar o uso de materiais não aptos.

Assim mesmo, este tipo de práticas fomenta a concorrência desleal, reduz rendimentos no sector legal e termina repercutindo no investimento e o emprego.